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Janaína diz que “Se a eleição fosse hoje, votava em Bolsonaro de novo.” Mas faz alerta ao governo

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Janaína diz que “Se a eleição fosse hoje, votava em Bolsonaro de novo.” Mas faz alerta ao governo

Em entrevista para o programa Roda Viva, da TV Cultura, a deputada estadual Janaina Paschoal disse que apostou em Jair Bolsonaro para derrotar o PT:

“Não queria o Alckmin, porque não queria PSDB. Quando a gente desmascara o PT, desmascara o MDB e PSDB. Como vou apoiar um partido que na esteira dos crimes do PT aparece tudo que apareceu? Dentre aquelas pessoas nas quais eu vislumbrava potencial para seguir com o processo de depuração do país, talvez o Alvaro Dias, o próprio Amoêdo. Aí tem uma coisa que quem faz pesquisa acho que não faz: ouvir o povo. O único candidato que despertava paixão, amor, esperança, era o Bolsonaro. Eu precisava de alguém forte para derrotar o PT, não queria os partidos envolvidos nos casos de corrupção. Eu pensei: ‘preciso me unir a ele’.”

A ser questionada se ela acreditava que havia algum risco de Jair Bolsonaro não concluir o mandato, ao que ela respondeu:

“Eu acho que há. Não pela prática de crimes, eu não acredito que ele vá cometer crimes. Eu acredito no Presidente. Mas ele se circundou de pessoas que eu acho que não o aconselham bem. Tem bons ministros, excelentes ministros, o governo está indo bem, conseguimos a reforma da previdência, que era um sonho até ontem. Será entregue a reforma administrativa”.

“Mas veja, ele já não é uma pessoa querida pelos formadores de opinião. Ele ainda tem muita gente no povo que o apoia e que gosta muito dele. Eu mesma goste dele como pessoa. Mas as pessoas se cansam.Sabe. As pessoas se cansam, porque tem situações em que ele cria conflitos onde flagrantemente não precisa. Então você une uma pessoa que cria esses conflitos. Na verdade, coitado, nem é só ele, é a família”.

“Então, cria esses conflitos onde não precisa, né? Vai gerando animosidades. Você tem os formadores de opinião que, na maioria, já não gostavam desde o princípio. Então, isso vai formando um clado de cultura muito negativa, entendeu. Tem que ter muita sorte. Ele tem sorte. Sobreviveu a um atentado, foi eleito sem recurso. Mas, assim, eu gostaria que eles todos lá colocassem um pouco a mão na consciência e se esforçassem”.

“Que entendessem o tamanho do papel que hoje eles têm. O presidente não é mais um deputado temático, ele é um presidente da República. O filho ainda é deputado, tem direito aos seus pensamentos, a sua livre manifestação, tem. Porém ele tem que compreender que ele já não é mais ouvido apenas como um deputado, ele é ouvido como alguém que de certa forma representa o Governo. Não representa de maneira institucional, mas é assim que as pessoas o ouvem. É o preço de estar no poder”.

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