Bolsonaro diz que GLO não é uma “ação social”: “não é chegar com flores na mão. Tem que chegar preparado para acabar com a bagunça”.

O presidente Jair Bolsonaro defendeu nesta segunda-feira (25) seu projeto que estabelece um excludente de ilicitude para operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO)

Pouco depois, ao deixar o Palácio da Alvorada, o presidente voltou a defender a proposta e ainda afirmou a jornalistas que estuda um projeto para estabelecer uma “GLO do campo”, para ser utilizada em reintegrações de posse.

“Quero inclusive adiantar para vocês, quero uma GLO do campo. Quando marginais invadem uma propriedade rural, o juiz determinando a reintegração de posse, quando sempre os governadores protelam, quase como regra, protelam isso, pode ser o governador, seja lá quem for, o próprio presidente, poderia, pelo nosso projeto, criar a GLO rural, para chegar e tirar o cara da propriedade do cara” — disse Bolsonaro.

Ao comentar a resistência dos parlamentares ao projeto que estabelece um excludente de ilicitude”, Bolsonaro afirmou que a GLO não é uma “ação social”: “não é chegar com flores na mão. Tem que chegar preparado para acabar com a bagunça”.

O presidente chegou a dizer que, se o Congresso não aprovar a proposta, “não tem GLO, ponto final”.

Redação Escapuliu: