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Assassinato de testemunha da Lava Jato é arquivado ‘sem culpados’

POLÍTICA

Assassinato de testemunha da Lava Jato é arquivado ‘sem culpados’

A Polícia Civil da Bahia e o MP estadual arquivaram a investigação do assassinato do empresário José Roberto Soares Vieira sem identificar o motivo e os culpados, informa a Folha.

Testemunha da fase da Lava Jato que apurou desvios de recursos na Transpetro, Vieira foi morto com nove tiros na rodovia BA-522, em Candeias, região metropolitana de Salvador, no dia 18 de janeiro de 2018 –há um ano, portanto.

O crime ocorreu dois meses depois de o empresário depor na PF e se tornar a principal testemunha das investigações que resultaram na prisão de José Antonio de Jesus, ex-gerente da Transpetro na Bahia.

Queima de arquivo

Na época o, então Juiz da Lava Jato de Curitiba, Sergio Moro falou sobre a possibilidade de queima de arquivo já que o depoimento de Vieira ajudou a força-tarefa da Lava Jato a rastrear pagamentos ao ex-gerente da Transpetro

“Infelizmente, há notícia muito grave do assassinato do acusado José Roberto Soares Vieira em 17 de janeiro no curso da ação penal, o que ainda está em apuração”, escreveu o juiz federal.

“Não se pode excluir a possibilidade de que o homicídio esteja relacionado a esta ação penal, já que, na fase de investigação, o referido acusado aparentemente confessou seus crimes e revelou crimes de outros”, acrescentou Moro.

Vale lembrar que o empresário José Roberto Soares Vieira, foi vice-prefeito de Ourolândia pelo PT

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