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Juiz que escreveu ‘merdocracia liberal neofascista’ em uma sentença será investigado

JUSTIÇA

Juiz que escreveu ‘merdocracia liberal neofascista’ em uma sentença será investigado

O corregedor nacional de Justiça, o ministro Emmanoel Pereira, determinou a abertura de uma investigação contra o juiz Jerônimo Azambuja Franco Neto, da 18ª Vara do Trabalho do Tribunal Regional do Trabalho da 2.ª Região, para apurar se o mesmo feriu o Código de Ética da Magistratura ao classificar o momento atual do País de “merdocracia neoliberal neofascista” em uma decisão judicial.

“A Corregedoria Nacional de Justiça tomou conhecimento pela imprensa de que o magistrado teria utilizado uma sentença judicial para tecer comentários acerca de agentes públicos e da atual situação política do país de forma inadequada”, diz a nota publicada pela assessoria de comunicação do CNJ, “o que, em tese, configuraria ofensa ao Código de Ética da Magistratura e a Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman)”, conclui.

O juiz terá um prazo de 15 dias para apresentar informações sobre o que falou na sentença, que aliás faz críticas ao presidente Bolsonaro por longas páginas, assim como a vários de seus ministros, como Guedes, Moro e a ministra Damares.

“O ser humano Weintraub no cargo de Ministro da Educação escreve ‘imprecionante’. O ser humano Moro no cargo de Ministro da Justiça foi chamado de ‘juizeco fascista’ e abominável pela neta do coronel Alexandrino. O ser humano Guedes no cargo de Ministro da Economia ameaça com AI-5 (perseguição, desaparecimentos, torturas, assassinatos) e disse que ‘gostaria de vender tudo’.

O ser humano Damares no cargo de Ministro da Família defende ‘abstinência sexual como política pública’. O ser humano Bolsonaro no cargo de Presidente da República é acusado de ‘incitação ao genocídio indígena’ no Tribunal Penal Internacional” teria dito o juiz nadecisão, além dos fato anteriormente citado.

Em nota, o Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região afirmou que “a fundamentação jurídica das decisões judiciais incumbe a magistrados designados para julgamento, sendo de sua exclusiva responsabilidade qualquer posição que dela se possa extrair.”

Fonte: MBL News

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